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O Apelo Sensual no Marketing.

Olá a todos os leitores , amigos e parceiros do blog No Topo da Renda.

Como já comentamos no artigo anterior , a criatividade humana não tem limites e é no marketing que podemos visualizar isto mais claramente , logo seguindo o raciocínio de que temos que usar da nossa criatividade para aumentarmos o nosso poder persuasivo , hoje quero compartilhar com você um assunto bastante pertinente a quem trabalha com marketing e mais especificamente o Internet Marketing , trata-se do apelo sensual na publicidade , seja por meio de imagens ou por meio de palavras que sugerem erotismo.

Um exemplo deste tipo de abordagem no marketing pode ser visto no artigo anterior , no qual tentei reunir imagem e palavras que remetem ao contexto sensual para passar a mensagem publicitária.

E para ilustrar melhor o assunto pesquisei um pouco no google e cheguei a um artigo bastante interessante sobre este assunto , acompanhe:

“O marketing tem como objetivo principal persuadir o consumidor a adquirir determinado produto, seja este tangível (bem) ou intangível (serviço, idéia, etc). Para tal, vale-se de diversos tipos de apelos, como os humorísticos, os racionais, os emocionais, os morais e, finalmente, os sexuais.

Segundo Martin Petroll, mestre em Administração que pesquisa a questão do apelo sexual no marketing, é importante considerar os apelos sexuais como sendo mensagens sexualmente apelativas utilizadas para sugerir ao consumidor que a aquisição e uso de determinado produto farão com que ele fique mais atraente e sensual perante os outros.

Um estudioso da área de marketing, chamado Tom Reichert, traz cinco classificações para os conceitos de apelo sexual em marketing: exibição do corpo, comportamento e linguagem sexual, fatores contextuais, referências sexuais e formas subliminares. Todas elas se referem às formas como a propaganda persuade o consumidor, ou seja, a quantidade ou o estilo de roupa utilizada pelo modelo na propaganda, o local de gravação, etc.

“Se você for assistir a um programa de TV ou ler uma revista, perceberá que normalmente os corpos utilizados nas propagandas pertencem a modelos atrativos fisicamente e vestindo roupas que acentuam suas qualidades físicas. Ou seja, vale a máxima: o que é bonito é para se mostrar”, afirma Martin.

Segundo Petroll, empresas como a Duloren, Calvin Klein, Axe, entre outras, utilizam muito esses apelos para atrair os consumidores. “Um exemplo clássico de apelos sexuais numa propaganda data dos anos 80, quando a Calvin Klein veiculou a então desconhecida modelo Brooke Shields utilizando jeans e a seguinte pergunta: “Você quer saber o que existe entre
mim e a minha Calvins? Nada”. O impacto da frase de duplo sentido foi enorme, graças também a alguns fatores contextuais, como o movimento de câmera, que vagarosamente trilhava verticalmente o corpo da modelo”, explica

Outros exemplos clássicos são os comerciais de bebidas alcoólicas no Brasil, como ocorria com mais força há uns anos atrás, mas que, por determinação do CONAR, seu uso foi restringido. Porém, continua a ligação entre cerveja e loira, sendo que os conceitos atualmente até se difundem.

O apelo sexual atrai a atenção do consumidor, principalmente quando se utiliza de modelos do gênero oposto ao do consumidor. “As propagandas com apelo sexual intenso aumentam a intenção de compra do produto anunciado. Ou seja, o homem, ao ler um anúncio veiculando um modelo do sexo feminino, teve uma intenção maior de comprar a marca anunciada do que quando foi exposto a um modelo do sexo masculino. E vice-versa. Esse resultado também é interessante por comprovar teoricamente que o homem é persuadido mais facilmente quando a marca está exposta por uma mulher na propaganda e vice-versa”, ressalta Martin.

Petroll afirma que não há dados concretos que confirmem que esses argumentos de marketing trazem resultados expressivos às empresas. “Acredito que os apelos sexuais ajudam, e muito, nas vendas dos produtos. Se não fosse esse o caso, não haveria tantas propagandas sexualmente apelativas. Porém, ressalto que é imprescindível que o profissional de marketing ou publicitário não exagere. Isso porque, em alguns casos, os apelos sexuais inseridos na propaganda fazem com que o consumidor sinta-a como sendo, de certa forma, anti-ética. E isso pode prejudicar a imagem do anunciante. Portanto, é interessante que o profissional conheça o seu público-alvo e saiba se e até onde pode ir com os apelos sexuais”, alerta.

O apelo sexual refere-se normalmente à comunicação. Isso porque, para se sentir sensual e atraente, as pessoas necessitam, principalmente, da aprovação das demais. Dessa forma, o apelo sexual está muito ligado à comunicação. E a comunicação não é feita somente na propaganda. Ela é feita também sob diversas formas, seja no trabalho profissional, seja no ambiente pessoal e familiar.”

Fonte : (http://www.administradores.com.br)

Conto com seus comentários…

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O que Seria do Mundo sem os Criativos?!

Olá a todos os amigos leitores e parceiros do blog No Topo da Renda.

Uma das meninas da universidade colocou a camiseta na praia sem esperar a estampa secar , … estragou a camiseta.

Navegando na net achei mais um post que vale apena transcrever aqui no blog , acompanhe:

“Às vezes eu me pergunto: o que seria do mundo sem os criativos? Um anúncio bem formulado, uma imagem que passa a mensagem por completo ou uma frase bem encaixada… A criatividade dá o tom e muitas vezes instiga outros criativos a mostrarem seu talento. Exemplo disso aconteceu numa faculdade quando os alunos homens do curso de Direito resolveram colocar uma frase popular entre eles nas camisetas do grêmio estudantil. Não demorou muito e a camiseta virou moda na universidade:

“Seu namorado faz Direito? Vem cá que eu faço!”·

Os alunos da Medicina, vendo a repercussão da novidade, não deixaram por menos e também criaram uma camiseta. E a resposta veio em tom provocativo:

“Ele pode até fazer direito, mas ninguém conhece o corpo de uma mulher melhor do que eu.”

Pronto. Foi o que bastou para que outros cursos aderissem à moda e também lançassem seus manifestos em forma de vestimenta. Os alunos de Administração vieram na seqüência:

“Não adianta conhecer o corpo e fazer Direito se não Administrar a coisa corretamente!”·

O pessoal da Agronomia apelou para seus conhecimentos mais básicos e mandou essa:

“Uns conhecem bem, outros fazem direito, e alguns sabem administrar, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!”·

A corrente de propaganda não parava mais. O movimento crescia a cada dia, e as respostas eram mais ousadas e provocativas. Cada curso queria demonstrar que o conhecimento seria bem aplicado após a formatura. E então, os alunos de Publicidade entraram no jogo:

“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca se depois não puder contar pra todo mundo?”·

O campus estava em polvorosa. Cada nova frase era combustível para que outros cursos formulassem também suas provocações. Os engenheiros, ou futuros engenheiros, não podiam faltar. E responderam:“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, e poder contar pra todo mundo, se não tiver, fôlego, capacidade, energia e potência para fazer varias vezes?”·

Chegaram a cogitar o fim do episódio. O que poderia ser criado além da frase da Engenharia? Mas novamente os criativos de plantão saíram com uma nova provocação. Justamente de um curso que parecia não entender muito de mulher, os alunos da Economia fizeram o que por um tempo foi considerada a frase campeã:

“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes se mulher gosta mesmo é de dinheiro?”

Parecia o fim da disputa. Outros cursos pensavam e pensavam, mas não conseguiam derrubar a frase da Economia. Alguns dias se passaram sem que nenhum outro curso lançasse sua camiseta. Quando todos pensavam que aquele era o capítulo final da história, eis que de modo impressionante as meninas da Nutrição lançaram a frase derradeira:

“De que adianta fazer direito, conhecer o corpo, saber administrar, plantar a mandioca, contar pra todo mundo, ter potência para várias vezes e dinheiro, se no final das contas: A gente tem sempre que ensinar a comer?

É por isso que eu digo: o que seria do mundo sem os criativos?

Obs.: Tá, a história é meio antiga, mas eu duvido que você não curtiu a leitura.”

Fonte: http://rogeriogalanti.wordpress.com

Legal a história né , eu achei no blog acima , e o bacana é que o dono do blog além de também  gostar de marketing é um aficcionado por automóveis e tem um carro do mesmo modelo que o meu , um  gol 1.0 16v turbo , esse mundo é pequeno ou não é?

Mas o fato que me fez transcrever o artigo dele aqui foi a criatividade usada no texto , e é esta criatividade que faz a diferença no marketing , pois quando uma propaganda é bem estudada , bem formulada ela se torna uma obra de arte digna de ser admirada e normalmente estas propagandas (incluindo também artigos em blogs) concentram vários elementos que fazem total diferença tais como o apelo sensual (como o da foto da moça no começo do artigo) , o humor e a polêmica (como do artigo transcrito aqui) enfim , elementos que chamam a atenção de qualquer pessoa que veja ou ouça a propaganda.

E você conhece mais algum elemento chamativo que pode ser usado no marketing?

Comente…

Ao nosso Sucesso.

Cristiano Goes – Porque Eu e Você Podemos Render Mais!!!

PS: Quer desenvolver a sua criatividade? Leia o ebook Vendas Hipnóticas.

[Humor] – Em Marketing a Argumentação e o Poder de Persuasão são Tudo!

E o Jacaré Levou a Culpa…

Gostaria de ter colocado aqui uma foto das moças , mas … elas correram tanto que o fazendeiro não teve tempo de registrar , rsrsrs.

Olá amigos e Parceiros do Blog No Topo da Renda.

Para descontrair um pouco hoje postarei uma piada legal que vi no Facebook (tai um bom motivo pra se ligar nas redes sociais , sempre tem coisas interessantes e que podem render um bom artigo)  e que ilustra bem o quanto é importante termos um bom Poder de Persuasão , acompanhe:

Um velho fazendeiro tinha um bonito lago na sua enorme fazenda. Depois de muito tempo sem ir ao local, decidiu dar uma olhada geral para ver se estava tudo em ordem. Pegou um balde para aproveitar o passeio e trazer umas frutas existentes no caminho. Ao aproximar-se do lago, escutou vozes femininas, animadas, divertindo-se. Chegando mais perto, avistou um bando de jovens mulheres banhando-se, completamente nuas. Ele apareceu e, com isso, todas fugiram para a parte mais funda do lago, mantendo somente a cabeça fora dágua. Uma das mulheres gritou:

-Não sairemos enquanto o senhor não for para bem longe!

O velho respondeu:

-Eu não vim até aqui para ver vocês nadando ou saindo nuas do lago!

Levantando o balde, ele disse:

-Eu só vim dar comida ao jacaré…

Idade, experiência e esperteza, sempre triunfarão sobre a juventude e o entusiasmo.

Bacana a piadinha ein , mas é a pura verdade , quando usamos os argumentos certos fazemos com que os prospectos literalmente CORRAM para se tornarem nossos clientes.

Fiquem com Deus e até o próximo artigo.

Ao nosso Sucesso!

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PS: Eu não tenho certeza , mas é bem provável que o fazendeiro comprou o ebook Vendas Hipnóticas , e você tá esperando o que pra ter o seu?

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Será que Tempo é (Só) Dinheiro?

Será que tempo é dinheiro , ou melhor , será que tempo é só dinheiro???

Pesquisando na net sobre este tema para escrever algo de valor aqui no blog me daparei com um texto muito legal sobre este assunto.  Abaixo deixo o texto na íntegra , acompanhe:

“Da mesma forma como o dinheiro, há somente duas coisas que podemos fazer com nosso tempo: gastá-lo ou investi-lo. Só tem uma diferença. Ao gastar o dinheiro sempre podemos ganhar mais. Ao gastar nosso tempo, ele está perdido para sempre. Não tem volta. Assim, tempo não é dinheiro como se costumava dizer. Tempo é muito mais que dinheiro, pois é irrecuperável. As pessoas que conseguem resultados na vida aprendem o significado do valor do tempo e são cautelosas em sua utilização. E o que isto tem a ver com auto-estima? Tudo. Essas pessoas com auto-estima elevada têm consciência do seu valor pessoal e sua competência pessoal. Ao ter noção do meu valor pessoal eu estarei continuamente me perguntando: “o tempo que estou empregando nesta atividade é investimento, ou gasto?” “Vale a pena para mim? Será que não posso delegá-la?” “O retorno que terei nisto será equivalente ou maior do que o valor de uma hora da minha vida?” Lembre-se: nossa vida é feita de coisas necessárias, coisas importantes e coisas essenciais. Sucede que na maioria das vezes as coisas importantes e as coisas essenciais são as mais difíceis, e vamos fazendo apenas as necessárias, mas não essenciais. E o pior é que as grandes perdas de tempo não são grandes em si mesmas. Elas são a soma das pequenas perdas de tempo a cada dia. Apenas pense sobre isso. Se você deixar de assistir 40 minutos de televisão por dia, ao final de um ano terá acrescentado um mês de horas úteis ao seu ano. Um ano de treze meses. Não é o que todo mundo está querendo quando diz, “puxa, meu tempo é curto, se eu pudesse ter mais umas horas por dia…” Para o agricultor, entender o significado das estações do ano e da seqüência de prioridades e uso do tempo é essencial para uma colheita abundante. O que tiver de ser feito num dado momento, terá de ser feito naquele momento, antes da chuva, ou depois da chuva e não mais tarde. Não dá para preparar o solo no verão e semear no outono. E em sua vida, você está preparando o solo e adubando na hora certa? Está cultivando e limpando as ervas daninhas, cuidando da plantação para uma boa colheita? Como diz a canção “…não deixe tanta vida p´ra depois…”

Fonte : http://www.evoluindo.org

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